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Tailândia: um lugar de contrastes!

O Budismo floresceu na Índia há aproximadamente 2.600 anos. Pautado pelos ensinamentos do príncipe Sidarta Gautama, contribuiu para o desenvolvimento espiritual e social daquele país. Contudo, em função das invasões islâmicas iniciadas no século IX DC, a tradição budista foi praticamente destruída em sua terra natal, fazendo com que muitos monges fugissem para outros territórios levando consigo os ensinamentos do Iluminado. Em vários países esses ensinamentos sofreram sincretismos. Por exemplo, na China houve sincretismo com o Taoísmo e Confucionismo; no Tibet com a religião Xamânica Bön, contudo, no sudeste asiático, o Budismo preservou o seu formato original. O Budismo Theravada (doutrina dos anciãos) é considerado o Budismo primitivo e detém os textos clássicos, os textos mais antigos da tradição chamados Tripitaka, ou, três cestos.

‍© Monge Daitetsu

Como Monge Budista da tradição Japonesa Soto Zen Shu, decidi ver de perto o Budismo primitivo e foi então que convenci a minha família a conhecer a Tailândia. País com uma natureza exuberante e com o clima muito parecido com o nosso. É um lugar de contrastes. Em Bangkok, modernos Shopping centers se interligam por meio de um tubo de vidro chamado Skywalker, contudo, nas ruas os tuc tuc’s correm de um lado para o outro e o trânsito, no geral, é caótico.

‍© Monge Daitetsu

As pessoas são muito amáveis e acolhedoras, mas falam muito mal o Inglês, às vezes foi preciso fazer mímica. Em quase cada esquina da capital há uma casa de massagem tailandesa, que delícia! Fazíamos quase todos os dias, pois é extremamente revigorante. Praticamente todas as casas, comércios, hotéis ou residências da Tailândia têm um altar com a imagem de Buda, pois o budismo é a religião oficial do estado. Estima-se que 95% da população da Tailândia seja budista. Os templos são magníficos, há milhares deles!

‍© Monge Daitetsu
‍ ‍© Monge Daitetsu

Depois de alguns dias em Bangkok fomos subindo o país de van rumo à Chiang Mai, cidade mais ao norte. No trajeto, visitamos a famosa ponte do rio Kwai e o museu da segunda guerra, sítios arqueológicos com belíssimas estupas (monumentos construídos sobre os restos mortais (geralmente cremados) de pessoas importantes dentro da religião budista. Tem o formato de torre, geralmente cônica, circundada por uma abóbada). Passamos pela belíssima cidade de Chiang Rai com sua excelente gastronomia (escorpião, larva de madeira, etc.) e com sua feirinha noturna. Finalmente pudemos ver Chiang Mai e seus quatro milhões de habitantes do alto de um belíssimo templo!

Passeamos no lombo de elefantes asiáticos, passeamos de barco em um mercado flutuante, conhecemos o vilarejo das mulheres girafa, conversei com outros monges, comemos comida tailandesa e comida internacional.... Foi uma delícia de viagem!

‍© Monge Daitetsu
‍ ‍© Monge Daitetsu
© Monge Daitetsu
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‍© Monge Daitetsu
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EXPOSIÇÃO I AFINIDADES

Exposição AFINIDADES que apresenta obras de artes visuais criadas pelos arquitetos Márcia Miranda e Éder Bispo (MMEB arquitetos) fica aberta até 30 de junho na Galeria do Sesc Arsenal... (saiba mais)

PUBLICAÇÃO I E-ARCHITECTS (REINO UNIDO)

O e-architect (Reino Unido) selecionou recentemente os principais exemplos de arquitetura contemporânea do Brasil. Entre as obras selecionadas duas são do nosso escritório de arquitetura MMEB arquitetos ... (saiba mais)

MENÇÃO I C:A.A (RÚSSIA)

A CASA GB, projetada pelo MMEB arquitetos, foi escolhida como referência de arquitetura contemporânea brasileira pelo C: CA - Centro de Arquitetura Contemporânea (Rússia)... (saiba mais)

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Tailândia: um lugar de contrastes!

O Budismo floresceu na Índia há aproximadamente 2.600 anos. Pautado pelos ensinamentos do príncipe Sidarta Gautama, contribuiu para o desenvolvimento espiritual e social daquele país. Contudo, em função das invasões islâmicas iniciadas no século IX DC, a tradição budista foi praticamente destruída em sua terra natal, fazendo com que muitos monges fugissem para outros territórios levando consigo os ensinamentos do Iluminado. Em vários países esses ensinamentos sofreram sincretismos. Por exemplo, na China houve sincretismo com o Taoísmo e Confucionismo; no Tibet com a religião Xamânica Bön, contudo, no sudeste asiático, o Budismo preservou o seu formato original. O Budismo Theravada (doutrina dos anciãos) é considerado o Budismo primitivo e detém os textos clássicos, os textos mais antigos da tradição chamados Tripitaka, ou, três cestos.

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Como Monge Budista da tradição Japonesa Soto Zen Shu, decidi ver de perto o Budismo primitivo e foi então que convenci a minha família a conhecer a Tailândia. País com uma natureza exuberante e com o clima muito parecido com o nosso. É um lugar de contrastes. Em Bangkok, modernos Shopping centers se interligam por meio de um tubo de vidro chamado Skywalker, contudo, nas ruas os tuc tuc’s correm de um lado para o outro e o trânsito, no geral, é caótico.

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As pessoas são muito amáveis e acolhedoras, mas falam muito mal o Inglês, às vezes foi preciso fazer mímica. Em quase cada esquina da capital há uma casa de massagem tailandesa, que delícia! Fazíamos quase todos os dias, pois é extremamente revigorante. Praticamente todas as casas, comércios, hotéis ou residências da Tailândia têm um altar com a imagem de Buda, pois o budismo é a religião oficial do estado. Estima-se que 95% da população da Tailândia seja budista. Os templos são magníficos, há milhares deles!

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Depois de alguns dias em Bangkok fomos subindo o país de van rumo à Chiang Mai, cidade mais ao norte. No trajeto, visitamos a famosa ponte do rio Kwai e o museu da segunda guerra, sítios arqueológicos com belíssimas estupas (monumentos construídos sobre os restos mortais (geralmente cremados) de pessoas importantes dentro da religião budista. Tem o formato de torre, geralmente cônica, circundada por uma abóbada). Passamos pela belíssima cidade de Chiang Rai com sua excelente gastronomia (escorpião, larva de madeira, etc.) e com sua feirinha noturna. Finalmente pudemos ver Chiang Mai e seus quatro milhões de habitantes do alto de um belíssimo templo!

Passeamos no lombo de elefantes asiáticos, passeamos de barco em um mercado flutuante, conhecemos o vilarejo das mulheres girafa, conversei com outros monges, comemos comida tailandesa e comida internacional.... Foi uma delícia de viagem!

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